Transforme a sua carteira em setores e rotas antes de levar o plano para o campo.
O CAMINO organiza os pontos de visita da sua operação em setores e roteiros calculados para a jornada real da equipe. Você simula o cenário, compara com o atual e só então leva a mudança para a rua.
- Visitas ponto a ponto, não entregas
- Simulação antes da execução
- Carro e transporte público no mesmo cenário
Replanejar leva meses. Quando o plano chega ao campo, a base já mudou.
Pessoas entram e saem da equipe de campo, pontos de visita abrem e fecham, territórios mudam. Em muitas operações, cada uma dessas mudanças ainda exige Excel, mapa, um estudo novo e as mesmas poucas pessoas que sabem fazer.
É muito demorado. Quando termina, a base já não é a mesma.
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Uma exceção refaz a região
Mudar um ponto de visita obriga a remontar a área inteira, e o efeito se espalha pelo resto.
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Deslocamento comendo a jornada
Parte do dia se perde entre um ponto de visita e o seguinte.
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Setores em desequilíbrio
Alguns operam acima da capacidade enquanto outros fecham o dia com tempo sobrando.
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Cobertura sem medida
Falta clareza sobre quanto da carteira cada setor cobre e o que ficou de fora.
Da base ao plano de visitas, no mesmo lugar.
Você define as regras da operação, o CAMINO monta setores e rotas dentro da jornada disponível, e você compara os cenários antes de decidir.
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01
Carregue a base
Importe os pontos de visita que vão entrar no planejamento, com geocodificação automática do endereço.
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02
Diga como a operação funciona
Frequência de visita, jornada, raio máximo e se a equipe anda de carro ou de transporte público.
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03
Simule o cenário
O CAMINO agrupa os pontos em setores e desenha as rotas dentro da capacidade que a equipe tem hoje.
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04
Veja onde não fecha
A utilização de cada setor e os pontos de visita que sobram da jornada disponível.
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05
Valide e exporte
Escolha o cenário e siga para o sistema de execução e coleta de dados que a equipe já usa em campo.
Uma região inteira simulada em minutos.
A simulação rodou sobre a base real de uma operação com 4.200 pontos de visita e uma equipe de 800 pessoas.
No processo anterior, roteirizar a base levava cerca de 10 dias.
- 4.200pontos de visita
- 800pessoas na equipe
- Em minutospara simular o cenário no CAMINO
Tem ótimas soluções, mas todas com a lógica de entrega, de caminhão, muito diferente da nossa, de visitas ponto a ponto.
Planejamento feito para visitas, não para entregas.
A diferença não está no mapa: está no que o cálculo precisa respeitar quando a mesma equipe volta aos mesmos pontos a cada ciclo.
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Visitas ponto a ponto
O cálculo parte da visita recorrente, não da rota de entrega, da frota ou do caminhão.
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Teste sem mexer no campo
Você compara a operação de hoje com a proposta antes de a mudança chegar à equipe.
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O que cabe na jornada
Setor por setor, o cenário mostra quanto do dia de trabalho está ocupado e quais pontos de visita ficam de fora.
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Carro e transporte público
Quando a equipe anda de ônibus, o cenário pode ser comparado com o do carro.
Perguntas que aparecem antes da primeira conversa.
O CAMINO acompanha a equipe em campo?
Não. Ele trabalha antes: planeja, simula e organiza. Registro de visita, foto e acompanhamento em tempo real continuam no sistema de execução que a sua equipe já usa.
É a mesma coisa que um roteirizador de entregas?
Não. Roteirizador de entrega resolve carga, frota e janela de entrega. Aqui o problema é outro: a mesma equipe voltando aos mesmos pontos, com frequência, jornada e capacidade para respeitar.
Preciso trocar o sistema que a equipe usa hoje?
Não. O cenário escolhido sai em exportação e entra no sistema de execução e coleta de dados que a empresa já utiliza em campo.
Parte da equipe se desloca de transporte público. Dá para considerar?
Sim. O mesmo cenário pode ser calculado por carro ou por transporte público, com o comparativo entre os dois lado a lado.
Para que tamanho de operação o CAMINO faz sentido?
Para empresas com equipe em campo a partir de cerca de 50 pessoas, que refazem o planejamento todo mês ou com frequência maior.